Como a Identidade Define Sua Realidade

Segundo Neville Goddard, você não manifesta aquilo que deseja, você manifesta aquilo que é. A imaginação não é uma ferramenta para “atrair coisas”, mas o próprio poder criador que projeta estados de consciência. Cada estado é uma identidade. E cada identidade produz automaticamente circunstâncias compatíveis com ela.

O mundo externo não reage aos seus pedidos; ele reflete o seu conceito de si mesma. Quando você muda a identidade, o “eu sou” que você sustenta internamente, a realidade reorganiza-se para espelhar esse novo estado. Manifestação, portanto, não é sobre conquistar algo fora, mas sobre assumir internamente quem você decidiu ser.


Você já sabe que, no final, você manifesta quem você é, que o mundo externo é um reflexo da sua autoestima, do seu mundo interno, da sua identidade.

Se você se vê como abundante, o mundo cria situações onde você se sente abundante.

Se você se vê como alguém valiosa, o mundo cria situações onde você se sente valiosa.

Se você se vê como alguém livre, o mundo cria situações onde você se sente livre.

Se você se vê como alguém poderosa, o mundo cria situações onde você se sente poderosa.

O mundo sempre está refletindo o nosso estado. Então, quando você está fazendo uma mudança drástica, que vai se estabilizar e fazer parte da sua vida, o que você está fazendo é mudando de identidade.

Por exemplo: você quer manifestar um carro. Então, você está saindo de uma identidade limitada para uma identidade ilimitada, livre, poderosa, tudo aquilo que você acredita que será com o carro.

Então existe um processo de queda da identidade antiga para a ascensão da identidade nova.

Primeiro é a ascensão:

Você aprende as crenças que compõem essa identidade, novas crenças alimentadas e fortalecidas por eventos que confirmam essa nova percepção.

Segundo é a consolidação:

A identidade se consolida, vira seu novo normal. É um período de satisfação e estabilidade.

Terceiro é a acomodação:

O seu novo normal agora vira “mais do mesmo”. O que antes era sentido como conquista é visto como cotidiano. O brilho se perde, e uma insatisfação e desejo natural por mais começam a surgir.

Quarto é a ruptura:

A estagnação incomoda. O desejo por expansão, por algo novo e diferente, aumenta e acontece uma polarização interna. Uma parte sua está feliz como está e tem medo de mudar, do desconforto da mudança, do trabalho necessário para mudar, enquanto o outro lado está insatisfeito, querendo mais, disposto a assumir riscos para expandir.

E essa polarização é projetada externamente nos seus relacionamentos.

Quinto é o conflito:

Aqui é a hora em que a separação começa, o que vai continuar e o que não vai fazer parte da nova fase. Consequentemente, pessoas, hábitos e lugares também passam por essa mudança, e muitos serão deixados para trás.

Sexto é a ascensão da nova identidade:

Enquanto a identidade antiga tenta sobreviver e manter alguns resquícios na nova identidade, a nova identidade começa a se fortalecer, como na primeira parte do ciclo, iniciando tudo novamente e fazendo o processo de expansão humana continuar individualmente, coletivamente e geracionalmente.


Esse ciclo não acontece apenas uma vez. Ele se repete várias vezes ao longo da vida humana. Cada nova expansão exige a morte simbólica de quem você foi e o nascimento de quem você está pronta para ser. Quando você entende o processo, ele deixa de parecer caos e passa a ser crescimento consciente.

Com controle e alquimia emocional, essas transições se tornam mais fáceis, rápidas e tranquilas. Você não é arrastada pelo conflito interno, você o atravessa com direção. Não reage à ruptura, você a utiliza como portal.

Se você deseja viver suas expansões de forma intencional, conheça o Sistema de Controle e Alquimia Emocional. Ele foi criado exatamente para sustentar sua identidade enquanto você sobe de nível, sem perder o centro, sem se sabotar, sem retroceder.


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